Logo eu, que normalmente sou da turma do: “Na dúvida, arrisca. Nunca vai saber se vai dar certo se não arriscar.”
Logo eu, que normalmente aconselho os outros.
Logo eu, que sempre tento olhar as coisas de fora. Ver todas as faces das coisas.
É difícil olhar qualquer coisa quando estou com você.
É difícil usar os conselhos quando se trata da sua pessoa.
E, é praticamente impossível para mim, arriscar qualquer coisa. Não consigo cogitar sequer a hipótese de perder a pessoa que tem sido praticamente o meu mundo nos últimos tempos: você.